Dicas de San Andrés, Colômbia.

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Dicas de San Andrés, Colômbia.

CONHECENDO A ILHA

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Mapa da Ilha de SAN ANDRÉS

O mar das sete cores (só sete? O mar de San Andrés tem diversos tons de azul e verde, e é simplesmente maravilhoso), assim é conhecida a Ilha de San Andrés. Situada no mar do Caribe, essa ilha de 28km² e de águas cristalinas é um paraíso para quem quer gastar pouco e desfrutar das belezas caribenhas. A ilha fica pertinho na Nicarágua (200 Km) e da Costa Rica, mas pertence na verdade ao território colombiano. Estranho? Sim! Mas o que mais tem por ai são disputas por territórios não é mesmo? É só prestar atenção na história das ilhas Malvinas e de muitas ilhas do caribe que também foram colonizadas por europeus, como St Marteen e as Ilhas Virgens Britânicas. Mas eles explicam… Antigamente a costa da Nicarágua e da Costa Rica virada para o Atlântico pertencia na verdade a Colômbia e consequentemente a porção marítima da região. Com os acordos territoriais, a Colômbia perdeu a parte continental, mas continuou com a insular. E existem muitas ilhas por ali, como Providencia e Cayo Bolivar, todas também pertencentes ao governo colombiano. Já foram pontos de “apoio” para piratas que roubavam os navios espanhóis carregados com ouro e outras riquezas. O mais famoso é o inglês Henry Morgan, que “trabalhou” por lá no século XVII.

As praias são lindas e paradisíacas: areias brancas, coqueiros e, não bastasse o azul do mar, ele ainda é recheado de inúmeras qualidades de peixes e corais. Ou seja, snorkel, máscara, sapatilhas (há um sapato de neoprene e sola de borracha, do qual você nunca ouviu falar, mas que em San Andrés é uma febre) e pés-de-pato são itens mais que obrigatórios por lá. Todos usam porque o mar tem muitas pedras e corais que machucam o pé. Estas sapatilhas são compradas na ilha em feiras, lojas de conveniências de ruas e hotéis ou em lojas especializadas de mergulho por módicos 10 mil pesos, as mais comuns. O conjunto de máscara com snorkel custa a partir de 27 mil pesos em média. Pé-de-pato é mais para quem vai fazer mergulho com cilindro, ou não quer usar as sapatilhas.

A Colômbia está sendo cada vez mais visitada por brasileiros. Para chegar a San Andrés existem voos regulares saindo do Brasil pela Copa, Lan e Avianca, direto para Bogotá, ou com escalas em Lima ou Cidade do Panamá. Nossa viagem começou partindo do aeroporto de São Paulo (Guarulhos) até Bogotá em um voo de aproximadamente seis horas. Bogotá esta situada a dois mil e quinhentos metros acima do nível do mar, então não estranhe se chegar lá e estiver aquele frio de doze graus em média. De Bogotá pegamos um voo domestico até a ilha, que dura mais ou menos umas duas horas. Não se esqueça de deixar a máquina fotográfica ao alcance, afinal você não vai querer desviar o olhar da janela, pois as fotos são dignas de cartões postais. A dica é sentar do lado direito do avião de onde se tem a melhor vista e rende ótimas fotos, como essa abaixo: assim é conhecida a Ilha de San Andrés. O fuso horário em relação ao Brasil, mais precisamente da hora de BSB é de menos duas horas.

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O aeroporto de San Andrés é minúsculo e muito quente (não existe ar condicionado, apenas dois ventiladores gigantes), e você terá que passar, novamente, pela imigração. Uma coisa muito importante que você precisa saber é que a entrada em San Andrés faz parte da Reserva da Biosfera de Sea Flower e, portanto, a entrada de turistas é controlada, sendo assim, você precisa comprar ANTES de embarcar, o boleto turístico, ainda em Bogotá. A compra é feita em uma cabine ao lado das cabines de check-in da Avianca no aeroporto. Ao desembarcar em San Andrés, você deverá apresentar a taxa de turismo paga no valor aproximado de cinquenta mil pesos. Não perca esse papel, ele será cobrado na volta!

Tarjeta de entrada em San Andrés.

Tarjeta de entrada em San Andrés.

Saguão do Aeroporto de San Andrés

Saguão do Aeroporto de San Andrés. Reparem no tamanho dos ventiladores!!!

Demos sorte de chegar num horário que só havia o nosso voo. Livres de toda burocracia não víamos a hora de ir conferir, de perto, todo aquele azul do mar. Pegamos um táxi, (um carrão antigo daqueles americanos com motores V8), e combinamos o preço antecipadamente, quinze mil pesos, que em cinco minutos nos deixou no Hotel GHL Sunrise. Emoção já na chegada: quando fomos sair com o taxi e as nossas malas amarradas no porta malas aberto do carro, que não coube todas elas direito, o taxista bateu em outro carro. Os motoristas desceram do carro, e viram que havia amassado os dois carros, e mesmo assim foram embora sem se preocupar com nada. Depois descobri que por lá que os carros são todos importados dos Estados Unidos com o preço bem subsidiado pelo governo, e as pessoas usam até acabar o carro, então, os abandonam no quintal de suas casas e compram outro para rodar! Simples assim!

Como a ilha foi colonizada pelos ingleses, os habitantes falam o espanhol, o inglês e o Creole – um dialeto local que é uma mistura de vários idiomas, mas no final todo mundo entende mesmo é o bom e famoso “portunhol”. Essa dupla colonização da ilha deixou como marca uma proximidade com as cores nacionais e a música da Jamaica. É comum encontrar barracas de praia decoradas em verde, amarelo e vermelho, além de retratos e o som de Bob Marley.

As ruas são bem seguras com muitos policiais, o povo é muito educado, mas o transito é muito caótico. Carros sem placa, motociclistas sem capacete e carrinhos de golfe elétricos ou a gasolina formam um emaranhado de veículos nas ruas. Faixa de pedestres? Esqueça! A preferência é sempre dos veículos. A primeira vista tudo é muito caótico, mas com o tempo você vê que funciona melhor que muitas cidades do Brasil. A rodovia que circula a ilha tem 30 km. A volta à ilha é interessante para o primeiro dia, para localizar e reconhecer onde estão todos os atrativos. Alugam-se carrinhos de golfe, mulas (carros de golfe mais incrementados), motos e bicicletas. Se for alugar um simples carrinho de golfe, comece cedo, pois os carrinhos são muito fracos, e vá parando nas praias e pontos turísticos, e ao final do dia terá terminado. O aluguel do carrinho de golfe compensa se estiver em grupo, para dividir o valor. Preços: Carro de golf em média oitenta mil pesos e a mula a partir dos cento e dez mil pesos. Negocie sempre, pois existem várias “tiendas” para se alugar estes veículos, normalmente bem próximas aos hotéis espalhados pela ilha, e a diferença entre os dois modelos é que no carro de golfe os bancos traseiros são virados ao contrário, e nas mulas são todos para frente. Existem mulas da Kawazaki, bastante novas e que andam mais, em média de cento e oitenta a duzentos mil pesos o aluguel entre as nove e as dezoito horas.

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Centro da cidade. reparem na quantidade de motos. O BanColômbia à esquerda na cor amarela.

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A mula. Existem mais modernas e potentes. Esta nossa atendeu bem para quatro pessoas.             Preço de 110 mil pesos para locação entre as 09 e 18 horas.

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Os quiosques nas praias sempre ao estilo Bob Marley, muito legais. Não tivemos problemas de segurança. Deixávamos tudo e íamos mergulhar, na volta estava tudo ali.

Vamos ressaltar que a infraestrutura não é o ponto forte da ilha, bem diferente de outros lugares que já visitamos como Aruba, St. Maarten, St. Barths, mas, mesmo assim, achamos que é a simplicidade das pessoas que faz o lugar ser maravilhoso.

Em San Andrés não existe casa de câmbio oficial. Trocamos dólares no BanColômbia, e também com alguns cambistas que ficam em frente ao banco fazendo a taxa um pouco mais em conta que o Banco. Trocamos alguns dólares no banco a dois mil, seiscentos e setenta e nove pesos, e os cambistas pagavam dois mil, seiscentos e cinquenta pesos por cada dólar. No banco costuma demorar um pouco devido à fila e a burocracia a cada vez que se tem que trocar dólares por pesos. Se por um acaso o turista só tiver moeda Real para trocar, apenas o banco paga a taxa que vale a pena. Comprar na rua com dólares também não vale a pena, pois as lojas fazem a conversão de dois mil e duzentos/quatrocentos pesos para cada dólar, enquanto o banco e cambistas pagam em média dois mil e setecentos/oitocentos por dólar. Real, se trocava na média de setecentos e quarenta/cinquenta pesos. O que achamos engraçado é que ao contrário do Brasil, nas lojas, cobra-se menos valor em dólar para compras no cartão do que se for pagar em dólar a vista. Explico com exemplo: Uma mala que custava trezentos e vinte mil para pagamento em pesos colombianos, se fosse pagar na moeda dólar, ficaria em cento e trinta e três dólares, mas se fosse pagar em dólares do cartão, ficaria por cento e quatorze dólares. A explicação das vendedoras e que no cartão, a taxa é a oficial do governo, sempre maior que a cobrada pela loja. Não arriscamos em comprar pelo cartão devido à alta do dólar aqui no Brasil e a incidência alta de IOF também, o que faria a mercadoria ficar mais cara no final das contas.

O QUE FAZER EM SAN ANDRÉS

Dar a volta na ilha através de um carrinho chamado mula foi o que fizemos em nosso primeiro dia. Acho interessante fazer esta volta logo no início de sua estadia, para você ter uma visão geral da Ilha, e até saber em quais pontos parar. Para alugar estes carrinhos, não é necessário ter carteira de habilitação, basta que seja maior de idade, e tenha noções de direção. A estrada é boa, não tem muitos buracos, e seguindo sempre a mesma direção, ou seja, sempre para o norte ou sempre para o sul, é possível contornar a ilha com um pequeno mapa sem se perder! Existem vários passeios para serem feitos, e você ainda aproveita para dar seus primeiros mergulhos neste paraíso de lugar, dentre eles:

La Piscinita : Um pouco menor que West View possibilita uma visão mais próxima dos peixes, já que a profundidade é a partir de 2 ou 3 metros. É um azul arrebatador.  O valor da entrada é de quatro mil pesos e também dá direito a alguns pães para alimentar os peixes. Não conseguimos entrar, pois quando de nossa passagem, estava fechado e não retornamos depois.

West View  É um lugar maravilhoso para fazer Snorkel, mergulho com cilindro, ou escafandro. A profundidade varia de 4 a 10 metros, com uma visibilidade absurda. Para entrar na água nesta parte da ilha é preciso saltar de trampolim, descer no tobogã ou usar escada, já que a borda é uma rocha de corais. Alguns mais corajosos pulam das rochas, direto na água. Há peixes de variados tamanhos bem próximos à borda. Tem uma modalidade de mergulho chamada de “Aquanautas”, que é realizada com um escafandro (capacete grande de mergulhador que se encaixa sobre a cabeça da pessoa permitindo movimentos para a direita e para a esquerda), que permite que as pessoas caminhem no fundo do mar. O valor da entrada é de quatro mil pesos por pessoa. Após pagar a sua entrada, solicite umas fatias de pão para poder alimentar os peixes. Você ficará admirado com o visual e a quantidade de peixes que verá. Existe a possibilidade de se alugar coletes salva vidas pelo preço de cinco mil pesos. Aluga-se também snorkel, sapatilhas e mascaras, mas acho isso muito pessoal e cada um deve ter o seu. Os preços são os mesmos dos coletes salva vidas. Não existe restaurante lá dentro e sim uma barraquinha que vende bebidas e chips, mas logo em frente há um restaurante com o mesmo nome do lugar, e basta você ir à barraquinha e solicitar o cardápio do restaurante para fazer seu pedido, que será solicitado e feito no restaurante do outro lado da rua, sem a necessidade de você ter que atravessá-la para almoçar ou buscar sua comida, pois até isto eles fazem, trazem na sua mesa. Não deixe de provar o famoso “Cocoloco”, uma mistura de whisky, vodka, rum e tequila, tudo misturado com um pouco de caldo de cereja. Água de coco? Esqueça! Eles aproveitam apenas o coco, o resto é jogado fora. Atenção: Todo cuidado é pouco com o sol, pois ele incide diretamente sobre as nádegas, as costas e nas carecas dos menos cabeludos. Lembre-se: protetor solar fator máximo é imprescindível e deve ser repassado sempre, pois por mais que esteja escrito “à prova d’água”, eles perdem sua eficácia rapidamente e o risco de insolação é grande.

Hoyo Soplador: É um “buraco” natural, que existe em uma das cavernas feitas pelas batidas das ondas nas rochas, que, quando a maré está cheia e bate contra as pedras, canaliza a água e forma uma espécie de gêiser, só que de água fria. Quando a maré está baixa e as ondas batem, mas não chegam a encher o canal, sai um forte jato de ar. Fique na borda do buraco e sentirá o vento forte com aquele cheiro de maresia vindo ao seu encontro e levantando seus cabelos. Vale umas boas fotos o local.

Obs : Nesse passeio não é cobrada nenhuma taxa. O único ponto turístico no local da ilha é o Hoyo e em torno dele estão alguns bares e lojinhas de artesanato. Parece que os visitantes adoram, pelo menos quando está soprando forte, mas no nosso dia estava mais fraco, não demos tanta sorte assim.

Cueva de Morgam: Neste lugar, é contada a história do Pirata Henry Morgan, um dos mais importantes piratas do caribe, e que usou a ilha como um “entreposto” de seus saques. Existe uma gruta e alguns pertences do famoso pirata. A entrada é de quinze mil pesos. Optamos por não fazer esta visita.

Próximo à ilha principal existem ilhotas que eles chamam de “Cayos”, que em geral têm nomes em inglês, ou seja, Cay. Todos os passeios nestas ilhas são feitos em barcos motorizados, em sua maioria com potentes motores, quase sempre na quantidade de dois motores, sempre acima dos 150 CV cada, e em alguns casos como vimos, três motores de 350 CV. Segurança máxima para todos. Os salva vidas são sempre obrigatórios para todos, sem exceções.

3 motores de 350 CV!! Está bom assim ??

Johnny Cay: É uma ilhota facilmente vista da Praia Peatonal, no Centro. Possui boa infraestrutura, (tem barracas/restaurantes, banheiros, mesas, cadeiras e guarda-sol), há um campo gramado cercado por coqueiros, ideal para piquenique. A diversão é garantida, inclusive com direito a dança coreografada por um nativo. O valor do passeio é em torno de dez mil pesos por pessoa, além da taxa de turismo no valor de cinco mil pesos. Para chegar a Johnny Cay, parte-se da Marina Portofino, no centro da cidade, cujo trajeto dura cerca de 10 minutos. Devido a alta velocidade da lancha, quem vai na frente se molha pouco, mas a coluna sofre um pouco devido as batidas fortes nas ondas, e quem vai na parte de traz da lancha, são sofre com as batidas, mas se molha bastante. Vale uma dica: leve todos os pertences em uma bolsa à prova d’água para se resguardar de surpresas. Em todos os lugares, vendem-se capas protetoras para celulares. Não podemos garantir eficácia de 100%, mas as duas que compramos não nos deram problemas. Mas também não mergulhamos com elas, apenas as usamos na linha d’água.

Rocky Cay. É um “Cayo” junto à costa, muito usado pelos hospedes do Decameron Hotel. Existe uma possibilidade de se pagar quarenta e cinco mil pesos e fazer um “day use” do Club de Playa Rocky Cay Beach Club, com direito a almoço, lanche da tarde e as sombrinhas e cadeiras que existem na praia. O lado diferente deste lugar é que você pode caminhar pelo mar até chegar e uma ilhota, pouco mais de trezentos metros, com água no máximo até a altura do peito para uma pessoa adulta (média de 1,75m). Ao chegar nesta ilha, você encontra um aquário natural com alguns peixes de tamanho pequeno e um pouco mais à frente da ilha, um navio que encalhou nos recifes e que serve também para mergulho visual. Não recomendamos ir ao navio com crianças ou pessoas que não saibam nadar devido à correnteza ser um pouco mais forte. Vale mais a emoção de andar entre as ilhas e fazer boas fotos. Não deixe de ir com as suas sapatilhas, pois existem ouriços do mar na cor branca, que podem fazer alguma surpresa desagradável aos menos atentos. Encontrei um grande ouriço no meio da areia, junto ao nada, e uma pisada com certeza acabaria com minha estadia e meus passeios em San Andrés.

Existe um restaurante ao lado do Hotel, vindo pela rodovia, chamado The Grog. Se estiver de mula, entre no estacionamento, pare, faça um almoço no restaurante e prove as deliciosas comidas deste lugar, bem rústico, mas com atenciosas atendentes. Beba uma Águila, cerveja local. O preço é justo e a comida realmente, deliciosa. Nós não pagamos o “day use”, por preferirmos comer no The Grog. Mais para frente falaremos mais deste restaurante. Mas não deixe de parar ali.

Cayo Bolivar: Esta ilha está localizada a mais ou menos uma hora e meia de lancha, daquelas que já falei, com motores bem potentes, no mínimo em pares, e com um casco bem reforçado, com capacidade média de 20 a 25 pessoas. Falo deste tempo para a ida, onde se viaja contra a maré, muitas das vezes com ondas de 3 a 4 metros de altura, e, se sobe 4 metros, tem que descer 4 metros, certo? Certíssimo. Então, prepare suas costas e sua bunda caso fique nas fileiras da frente da lancha, pois as pancadas são fortes. Caso deseje sentar nas ultimas filas dos bancos, não bate tanto, mas o banho de mar adiantado certeiro, muita água na cara. Boné e óculos, nem pensar! Mochila e bolsas protegidas com sacos de lixo que são distribuídos antes de se entrar nas embarcações são certezas de muitas aventuras que estão por vir. Quem tem mochila a prova d’água não deixe de levar, e o protetor solar tem que ser muito bem passado em todo o corpo. Outra importante dica é reservar este passeio logo no primeiro dia que chegar, pois o lugar tem número máximo de visitantes por dia, e é um dos passeios mais procurados pelos turistas (só acontece três vezes na semana) ao custo de cento e oitenta mil pesos, ou média de setenta dólares, o que o torna o passeio turístico mais caro da ilha. Mas é passeio de um dia inteiro, incluso transporte, bebidas a vontade (água, cerveja e refrigerante), e almoço. A lancha sai de San Andrés às 08:30h, e deixa a ilha de Cayo Bolivar por volta das 15:30hs. A volta é bem mais tranquila, pois a lancha vem deslizando nas ondas, tomando apenas o cuidado com as ondas laterais, mas o banho é o mesmo, principalmente para quem senta nas ultimas fileiras da lancha. Conforme dito, o maior inconveniente para visitar este lugar são as batidas fortes da embarcação contra o mar na ida o que torna o passeio não aconselhado para gestantes, pessoas com problemas na coluna, síndromes de pânico e até mesmo crianças. Apesar de todos estes pesares, o passeio é muito seguro, pois os pilotos são muito experientes e muito habilidosos com o mar e atenciosos com os passageiros, caso passem mal. Todos são obrigados a usar coletes salva-vidas, que inclusive podem ficar com as pessoas para uso nos mergulhos na ilha. Existe outra ilha, com acesso pelo mar, chamada Ilha dos Pescadores. Não fomos devido a forte correnteza que havia no dia, mas outras pessoas foram.

Preparem-se para muuuuuita emoção !!!

O objetivo do passeio é te levar a um lugar paradisíaco sem qualquer infraestrutura, somente em contato com a natureza. Não tem bares, restaurantes, banheiro, sombreiros ou espreguiçadeiras. Neste local, durante o snorkel, tivemos um encontro inesperado com dois tubarões lixa, espécie que não ataca seres humanos. Lá é possível ver inúmeros peixes de todas as cores. É imprescindível o uso das sapatilhas e snorkel.

Tubarão lixa….teoricamente inofensivos…mas e                                   o susto !!!

 

O Acuário com Mantarraias: Mesmas recomendações de Johnny Cay quanto a ida nas lanchas, porém a duração da viagem é maior, algo em torno dos 15 a 20 minutos. É um pequeno banco de areia, cercado de corais com muitos peixes lindos coloridos, grandes e pequenos, ouriços e estrelas do mar! Esse passeio pode ser feito pela manha ou pela tarde, quando acontece o famoso show das arraias, que na verdade dura uns 10 a 15 minutos apenas, já no final do passeio no nosso caso. Fomos á tarde, que além de tranquilo é menos cheio que na parte da manha. Para ir ao Acuário é imprescindível o uso das sapatilhas (há muitos corais), e de Snorkel, é óbvio! O lugar é lindo de viver! Praticamente colado ao Acuário existe a Haynes Cay, outra ilhota que possui restaurantes, e é outro excelente local para a prática de Snorkel. Há a possibilidade de fazer a travessia numa espécie de pedalinho, por cinco mil pesos, não fizemos pelo adiantado da hora. A água chega à altura da cintura.

Parasail: A atividade mais sensacional sem duvida! Da mesma forma que os demais passeios, o preço é combinado ou nas tendas das empresas prestadoras de serviços existentes nos hotéis, ou na marina da cidade. Fomos direto a marina para tentar negociar um preço melhor, mas a resposta que tivemos foi de que a lancha deles que faz este tipo de passeio estava em manutenção sem precisar data de retorno ás atividades. Tivemos que retornar tenda da agência de turismo de dentro do nosso hotel. Por lá, conseguimos o preço de cento e quarenta mil pesos por pessoa. Como éramos em três, conseguimos chegar aos cento e vinte e cinco mil para cada um. Data e hora marcada, a adrenalina começa a agir dentro de você. Qual altura, que velocidade ela desenvolve para levantar o paraquedas tão alto como vemos na televisão? Vamos aos fatos reais.

No dia seguinte, por volta das onze horas, fomos os primeiros a abordar em uma lancha mediana, muito mais confortável do que as que fazem as travessias. Eles nos buscaram no píer do hotel, juntamente com mais duas meninas que estavam hospedadas em nosso hotel. Dali, buscamos mais dois casais em outra parte da ilha. Recebemos as orientações sobre o passeio, como duração de mais ou menos duas horas, onde se pode ir sozinho, em dupla, ou em trio, como no nosso caso. A duração média de cada subida e descida completa é de 17 minutos. A corda mede cento e quarenta metros de comprimento extensível, e o voo vai a uma altura bem considerável, dependendo do vento, chega-se a ficar praticamente voando em cima da lancha em um ângulo de noventa graus. O medo e a ânsia passam logo que você tira os pés da lancha junto ao paraquedas. As sensações de liberdade, alegria, satisfação, prazer inigualável e indescritível vão de encontro á você neste passeio sem igual. A segurança é garantida em todos os sentidos. No nosso caso, a corda era nova como pude verificar e o controle do piloto da lancha com o ajudante é absoluto. É lugar para mais de mil fotos e filmes, de tão bonito. Lá do alto dos seus cento e tantos metros, consegue-se ver todas as sete cores faladas do mar de San Andrés e contornos dos recifes. Pode-se levar câmeras, claro, á prova d’água, e você ainda pode pedir para o piloto, no final do passeio, já quase chegando de volta à lancha, fazer você dar um mergulho no mar e subir novamente para vir de encontro a lancha.

Emoção a mil !!!

São 140 metros de cabo…

Para finalizar, nosso passeio à San Andrés foi maravilhoso !!! Aproveitamos muito. Esperamos ter ajudado a todos que visitaram nosso blog. Seguiremos postando nossa viagem, desta vez falaremos sobre compras, hospedagem e gastronomia nesta linda ilha.

ONDE COMER EM SAN ANDRÉS

Para quem é fã de uma boa comida, farta e com um tempero maravilhoso, a boa notícia é que em San Andrés se come muito bem e barato. Embora na ilha nem tenha tantas opções, as que nós tivemos o prazer de ir, em nenhum momento nos desapontou. Seguem nossas sugestões de lanchonetes e restaurantes:

La Regatta (Ao lado do Club Náutico): É o mais famoso da ilha, com especialidade em frutos do mar. Considerado o melhor restaurante da ilha no ano de 2014 segundo o TripAdvisor, vale a pena ir conhecê-lo. O Restaurante fica a um pé da areia, com uma decoração toda diferente, inclusive tinha umas três arraias nadando entre suas estruturas. Seu preço é um pouco mais caro que os demais, mas nada absurdo. Pedimos um Spaguetti com frutos do mar pelo preço de 37 000 pesos. Os pratos são bem fartos e a comida sensacional. Muito bem organizado e transmite uma atmosfera bem peculiar ao clima da ilha. O atendimento, não é tão espetacular assim, você tem que pedir mais de uma vez, pois eles ”esquecem”! É bom reservar com antecedência, principalmente se a viagem for em alta temporada. Nós reservamos assim que chegamos, e já estava com cinquenta por cento de ocupação.

Gourmet Shop Assho (Av. Newball em frente ao parque da Barracuda): Que lugar bacana e lindo! Pequeno, e além de restaurante, funciona como armazém com temperos dos mais variados tipos aberto o dia todo. A especialidade é comida caribenha, mas na verdade, tem de tudo lá! Há uma boa oferta de vinhos na casa e a decoração é muito legal e descontraída, com várias garrafas de vinho penduradas no teto. Tem som ambiente e em algumas noites tem musica ao vivo, o que deixa o lugar com um clima ainda mais agradável. O restaurante fica bem próximo ao hotel que nos hospedamos, o GHL Sunrise.

The Grog (Praia de San Luiz, em Rocky Cay): Restaurante a beira mar bem próximo ao Hotel San Luiz Decameron, sensacional, especializado nas famosas “patinhas de caranguejo”. O arroz com camarões é divino, e como os pratos são fartos, da para dividir para duas pessoas tranquilamente, na verdade, em San Andrés os pratos em geral são fartos, da para dividir em qualquer restaurante. Tem um estacionamento próprio para deixar seu carrinho. Lugar top!!

Interstate80’ (Av Newball Hotel Sunrise Beach L-11): Este é um restaurante temático que fica exatamente ao lado do Hotel GHL Sunrise. O carro chefe de lá são os sanduíches, tem pizza também e comidas mexicanas, além de sucos maravilhos. De um lado sua decoração remete aos símbolos dos anos 80 e do outro ao esporte, mas ambos possuem o mesmo cardápio. O preço também é bem bacana e ficaram entre 17.500 pesos por pessoa.

Mister Panino (Av Colon Edif Bread Fruit L-106 y 107): no centrinho, restaurante italiano, que nos foi muito bem recomendado em vários blogs de viagens. E realmente vale a pena. A comida é bem gostosa. Mas o destaque vai pra surpreendente rapidez com que os pratos ficaram prontos, algo extremamente raro em San Andrés.

Bocca de Oro (Av Francisco Newball, em frente Al Parque de la Barracuda): as carnes são ótimas mas servem frutos do mar também. Não é tão barato, mas nada exagerado, os pratos servem duas pessoas tranquilamente (38.000 pesos em média).

Não deu tempo de ir à outros restaurantes. Para isso, precisaríamos de ficar mais uns dias na ilha, mas deixo aqui sugestões de viajantes que foram e gostaram : Miss Celia, Margherita e Carbonara, Café Café Pizza, El Rincon de la lagosta e Punta Sur.

ONDE SE HOSPEDAR EM SAN ANDRÉS

Existem várias opções de acomodações para todos os gostos e bolsos em San Andrés. Há desde hotéis all inclusive aos hostels com quartos compartilhados, basta escolher o tipo de hospedagem que melhor se encaixa em seu perfil de viagem.

Se você é daqueles que adora um all inclusive, que significa refeições e bebidas incluídas (alcoólicas também) todos os dias, aqui em San Andrés, você pode optar por qualquer um dos 6 hotéis da rede Decameron (Isleño, Aquarium, San Luiz, Los Delfines, Marazul e Maryland) com diárias superiores a 300 dólares. Vale a pena? Depende do que você pretende fazer. Para nós o all inclusive é totalmente dispensável, pois sem ele você estará mais livre para circular pela ilha e fazer suas próprias descobertas gastronômicas e passeios e também porque as infraestruturas desses hotéis, assim como em praticamente todos os hotéis da ilha, deixam a desejar para justificar preços tão elevados.

Lembre-se de que San Andrés pertence à Colômbia, e não é uma ilha como quase todas que vemos no Caribe. San Andrés é um lugar simples, bem pacato, típico de um país de terceiro mundo, e que vive de turismo. Você vai encontrar em seus passeios pela ilha, muita sujeira em terra, casas abandonadas, carros velhos, amassados e muitos outros abandonados e uma população que vive dentro de suas possibilidades, mas não verá a pessoas abaixo da linha de pobreza. Quase todos os moradores ali tem moto, sempre uma scooter ou moto tipo street, de 125 a 200 cc. Em compensação, verá um mar sem igual, até mesmo em outras ilhas do Caribe você não verá um mar assim, e o que lhes dá dinheiro e emprego (o mar), é muitíssimo bem tratado. Ali você não verá uma guimba de cigarro jogada no mar, nada de lixo ou qualquer tipo de sujeira ou poluição, no MAR !!!

Voltando ao tema, nossa dica é deixar este tipo de acomodação (all inclusive), para locais em que a cidade não oferece muitos atrativos além dos hotéis, como é o caso de Punta Cana, na República Dominicana. Deem uma olhada na avaliação dos hospedes da rede Decameron no TripAdvisor. Não poderemos dar uma opinião melhor, pois, não entramos em nenhum deles.

Como em todos os lugares há quem goste e quem não goste! Algumas pessoas reclamaram da falta de opções nas refeições. Então sugiro quando for fazer a reserva enviar um e-mail solicitando o que é servido nas refeições, ou pedir ao seu agente de viagem que faça isto por você. Afinal você está indo para um país diferente do seu e com costumes bem diferentes.

No que diz respeito à localização, não há mistério algum. Há hotéis por toda a ilha, porém os que ficam mais bem localizados estão ao redor da Peatonal e das lojas do centro de San Andrés. Uma vez hospedado aqui, você conseguirá fazer tudo caminhando, estando bem perto das lojas, bares, restaurantes, supermercados, farmácias. Quem optar ficar em outros bairros precisará de algum transporte alternativo para chegar ao centro.

Não custa lembrar os períodos de ata temporada que são: final de dezembro, janeiro, segunda quinzena de julho, primeira quinzena de agosto e Semana Santa. Portanto, não deixe a reserva do hotel para a última hora. Recomendamos olhar os hotéis com bastante antecedência para não ficar limitado aos mais caros da ilha.

Nós nos hospedamos no hotel GHL Sunrise, que fica bem localizado, no centro, ao lado da Marina Portofino, de onde saem todos os barcos de passeio. Com 134 suítes com vista para o mar e 36 de frente para a cidade, o hotel se destaca por sua grande estrutura, com serviços 24 horas. Tem deque com piscina construído sobre o mar. Ali você pode também agendar todos os seus passeios, pois eles têm escritório de uma agencia de turismo. A vista é belíssima. O café da manha não deixou a desejar em nada. O único ponto fraco talvez seja a internet que não tem nos quartos, somente no lobby do hotel. Mas esse não é um problema exclusivo desse hotel e sim de todos em San Andrés. Ainda em relação ao hotel, vale lembrar que em todos os quartos há problemas com a umidade devido a proximidade com o mar. Em nosso quarto tudo funcionava, mas no quarto em que nosso filho ficou, o ar condicionado estava travado e não gelava, necessitando chamar o técnico para reparos que foi prontamente solicito e fez o reparo em menos de 10 minutos. Água quente também tem horário, normalmente a partir das 07 horas até às 21 horas. Existe uma taxa de manutenção dos quartos a pagar na saída no valor de 6000 pesos dia/quarto.

Para quem quer economizar, a opção mais em conta e boa é o Hostel El Viajero, que custa apenas 45 mil pesos colombianos por noite, com café da manhã. O Hostel está bem próximo ao aeroporto, com ótima localização. Há também outras opções de guest houses, como Blue Mound e Miss Trinie.

Hostel El Viajero

Nós decidimos ir para San Andrés justamente por ser diferente do que se espera de uma ilha caribenha, peculiar, tipicamente colombiano, e não uma ilha que foi colonizada por europeus, e produzida para fugir do inverno europeu.

Conseguimos fazer todos os passeios, ou melhor, quase todos, pois não fomos a Ilha de Providencia, não por falta de tempo, mas por opção mesmo. A quem quiser ir, a ideia é ir de avião (de pequeno porte) e voltar de catamarã, pois a viagem de barco dura aproximadamente três horas e meia e na vinda, a maré é a favor, ou seja, para quem tem problemas de anjoar, o risco é menor. Nossa estadia foi de uma semana, mas aconselhamos a quem quiser desfrutar melhor, ficar pelo menos mais umas duas noites, pois a vontade de se voltar à alguns lugares para mergulho é muito grande, e estes dois dias servirão para que se possa fazer isto. Alugue novamente uma mula e vá aos lugares aonde mais te agradou, com certeza você não irá se arrepender de ficar estes dois dias a mais.

Decidir em que hotel se hospedar é uma tarefa muito pessoal, então, leia em outros blogs de viagens para ter mais ideias de outros hotéis frequentados. O hotel que ficamos achamos que tem um preço justo e atendeu muito bem as nossas expectativas, além de ficar bem próximo de tudo o que queríamos e precisávamos.

Vista da piscina do GHL Sunrise Hotel

Praia particular do GHL Sunrise Hotel

Saguão do GHL Sunrise Hotel

COMPRAS EM SAN ANDRÉS

Assim como em todos os lugares que vivem em função do turismo, San Andrés é lugar onde não se pode deixar de fazer compras. Darei algumas dicas de lugares confiáveis em que se podem fazer compras sem se preocupar com produtos falsificados, o que é muito fácil de encontrar por lá.

San Andrés é uma zona livre de impostos, ou seja, brilha aos nossos olhos quando falamos sobre este assunto, mas não se iluda, com o dólar na casa dos três reais e cinquenta/sessenta centavos, praticamente se fica no zero a zero com os preços do Brasil se você fizer a conversão, mas ainda assim, conseguimos encontrar produtos que são mais baratos que na nossa terra tupiniquim.

Calçadão de San Andrés – Muitas lojas !!

O que mais vale a pena comprar por lá, são os cosméticos e perfumes, que tem preços realmente muito bons, e, quando comprados em lojas confiáveis, compensam em muito perante o preço do Brasil e até mesmo do freeshop. As lojas La Rivera, Madeira e JR são sempre as mais procuradas por serem mundialmente conhecidas. Por ali, consegue-se encontrar o perfume Pacco Rabanne de 100 ml, que no freeshop está a US$62 por US$ 47. O famoso creme de cabelo Silicon Mix é encontrado nas lojas JR por 14.500 pesos o menor e 21.000 o maior. Existe uma na rua de pedestres, bem no centro. Pergunte a vendedora, caso não encontre, pois o que chega à loja é vendido muito rápido devido a grande procura. Todos ali falam o portunhol, não é difícil de entender. Conforme já disse em outro post, vale muito a pena pagar em dinheiro de lá do que em dólares devido à taxa de conversão usada pelas lojas, que é muito pior que as praticadas pelos bancos. Encontramos com brasileiros que nos disseram que nem dólares levaram, possuindo apenas reais, que podem ser trocados no BanColômbia, que fica ali no centro da cidade. Basta levar passaporte ou seu RG com o papel de entrada no país, que você recebe assim que desembarca em Bogotá. Este papel não pode ser perdido por nada e deve sempre ser mantido junto ao RG, pois será devolvido quando do retorno ao Brasil.

Malas também são uma boa opção de compra por lá. Encontramos modelos bem modernos e de marcas famosas por metade do preço das encontradas aqui no Brasil. Quem gosta de eletrônicos, nem perca seu tempo. A não ser que se encontrem aquelas famosas liquidações. Eu tinha a ideia de comprar uma máquina fotográfica semiprofissional, e quando me falaram o preço, olhei em minhas anotações que levei do Brasil e descobri que aqui além de estar bem mais barato, eu poderia dividir em n vezes. Culpa de quem? Começa com D…. ! Do dólar!

Não deixe de comprar os famosos cafés colombianos, que são simplesmente maravilhosos, com suas bebidas duras. Existem alguns cafés aromatizados, mas não é a minha praia, gosto dos tradicionais mesmo.

Para as mulheres, as bolsas típicas da Colômbia (Wayuu), que aqui estão custando algo em torno dos 600 reais, consegue-se comprar uma original, entre 130 mil a lisa e 160 mil a colorida. Tome cuidado para não ser enganado.

O horário de funcionamento lá é diferenciado. Algumas lojas abrem as 8 e outras as 9 da manha. Fecham as 13 e reabrem as 15, ficando abertas até ás 19 horas umas e 20 horas outras. Aos domingos nenhuma loja abre.

Bebida também é possível de ser comprada a um bom preço, mas devido ao problema de transporte e peso, aconselho a comprar mesmo no freeshop. A cerveja mais conhecida de lá é a Águila, que existe na versão tradicional e a light. O preço é o mesmo daqui, uma long neck sai em torno dos quatro reais, pouco menos, pouco mais. Com os refrigerantes a situação é a mesma. Água eu recomendo comprar em supermercado (Super Jacky é uma excelente opção), ao preço médio de mil pesos. Nos bares, restaurantes e até nos hotéis, custa em torno de três mil pesos. Compre e leve para o Hotel, vale mais a pena, pois se bebe muita água, devido do forte calor.

Beijos, Elaine e Rodrigo.

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