Gastronomia em Iriri/ES

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Gastronomia em Iriri/ES

Continuando nosso post sobre Iriri, falaremos agora especificamente sobre a gastronomia que encontramos neste encantador balneário. Conforme informamos, ficamos hospedados no Espadarte Hotel, bem em frente a praia da areia preta, e de lá, com a ajuda do chef André Cicilioti, fomos fazer um tour gastronômico, na sexta a noite e no sábado no horário do almoço e mais a noite. Visitamos três restaurantes maravilhosos, que podemos indicar de mão e barriga cheia que são top. Existem outros restaurantes, acreditamos que tão bons como os que visitamos, mas necessitaríamos de maior tempo em nossa estadia. Com toda a certeza visitaremos alguns outros restaurantes e falaremos deles aqui quando visitarmos novamente Iriri.

  • Rare Rock Steak House.

Acomodados no Espadarte Hotel, aguardávamos a chegada do Chef André Cicilioti para ser nosso guia nesta incrível viagem gastronômica. Por volta das vinte e uma horas, seguimos nosso destino.

O Rare Rock é um restaurante com uma arquitetura bem contemporânea, lembrando um pub, e não ficando nada a dever aos restaurantes das grandes cidades. Musica eletrônica? não! Funk? Não! Ali, o que rola é o bom e velho rock and roll, em um volume bastante justo para nossos ouvidos e para as nossas vozes, no caso de ficar conversando. Inúmeras fotos e quadros dos monstros do rock decoram as paredes do Rare Rock, e as mesas também são muito bem planejadas para todos interagirem ali dentro, acompanhadas de luzes ambientes.

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Fomos apresentados a um dos sócios, e chef da cozinha do Rare, Filipe Stein, que nos recebeu calorosamente, nos acomodando em uma mesa logo na entrada do restaurante. Estávamos acompanhados alem do André, sua namorada Cris Guasti, a instagramer em gastronomia Aline do ig @alineapproves e seu marido, e mais um amigo em comum do André e do Filipe.

Entradas, bebidas, tudo estava maravilhoso, com destaque para a degustação dos hamburgeres artesanais preparados pelo Filipe, com nomes sugestivos, de Darth Vader, Barba Ruiva, Fire Ball e o delicioso War Pigs, que se destaca por levar duas carnes de porco de aproximadamente cento e vinte gramas cada, temperada com hortelã, e ainda leva abacaxi com canela, banana da terra frita, bacon, alface, tomate, o delicioso molho do Rare Rock e batatas fritas. Só de lembrar a boca enche de água e a barriga da uma leve roncada….

O prato principal foi o Eisbein, um corte suíno muito pouco aproveitado aqui no Brasil, mas que na Alemanha faz muito sucesso. Para receber este nome, o joelho do porco passa por vários processos, como assar e defumar, até chegar ao congelamento. A tradução literal seria “perna gelada”, pois ele realmente é congelado na parte final do processo. Quando chegou a mesa, aquele prato, com uma carne em formato exótico, quase não identificável, emanava um aroma maravilhoso, e já dava indícios do que estava para vir, uma carne deliciosamente macia e tenra, acompanhada do famoso chucrute e batata sauté.

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Para fechar a noite, de sobremesa, Petit Gateau, que não precisa de explicacação e nem de referências para explicar o quanto é gostoso.

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Depois deste jantar dos deuses e da gordiçe, ficamos quase até as quatro da madruga batendo papo e refrescando com algumas longs.

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Após fecharmos o restaurante, destino Espadarte Hotel para o descanso mais que merecido. O Sábado nos aguardava para uma nova maratona de comidas maravilhosas a serem descobertas por nós em Iriri.

  • Restaurante Recanto da Pedra

No sábado, por volta das 11 horas da manha, encontramos nosso anfitrião gastronômico André Cicilioti e Cris no restaurante Recanto da Pedra, que fica bem próximo do Espadarte Hotel, aonde estávamos hospedados. Já estavam presentes os demais convidados para a degustação: Aline e seu marido e Mariana e Vinicius, atuais administradores do restaurante.

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Na entrada foram servidos camarões empanados que por sinal estavam maravilhosos. O prato principal ficou por conta da Moqueca Capixaba, tradição em forma de deliciosas postas de peixe e camarão servidas com pirão, arroz branco e uma moquequinha de banana. Ao contrario da receita baiana, a iguaria capixaba não leva leite de coco ou azeite-de-dendê, somente peixe e camarões frescos, alem de temperos e urucum. Assim, mais leve, preparada e servida na autêntica panela de barro, ela ganhou o título de original, já que as demais não passam de peixadas. Outro prato servido foi a mariscada, prato feito por um mix de frutos do mar, sensacional. O papo rolou solto durante a tarde, onde ideias foram sobre culinária e viagens foram trocadas. Como sobremesa tivemos mais uma vez o delicioso Petit Gateau. Fomos covidados a retornar mais vezes ao restaurante pela Mariana e pelo Vinicius. Podem nos aguardar que com certeza retornaremos. Comida, atendimento e amigos nota 10.

  • Restaurante Mania Japonesa

Mais a noite, por volta das oito horas da noite, chegamos a um lugar totalmente Zen, mais uma vez acompanhados pelo Casal André e Cris. Desta vez, fomos a um restaurante japonês. Logo de cara ficamos encantados com o lugar, nem parecia que estávamos em um balneário cheio de praias, um lugar recolhido, com bastantes áreas verdes e uma decoração simples, porém com a organização japonesa, limpa, espaçosa e arejada. Mesas e cadeiras de um lado, e do outro, um lugar com uma mesa baixa no centro de uma grande área, e com espaço para as pessoas sentarem no chão ao redor dela. Ficamos na área das mesas e cadeiras. Existem vários lugares para quem quer fazer boas fotos, mas infelizmente não tivemos a oportunidade de aproveitar todos os lugares devido à chuva que começava a cair.

Fomos muito bem recebidos pelo Vinicius Fernandes, que junto com a Michella Pires e Mariana Guerra fazem a sociedade no restaurante.

Com relação à comida japonesa, podemos dizer que não somos muito fãs desta iguaria, mas com a aula e a paciência do André e da Cris, nos aventuramos em experimentar comidas que fogem do nosso cotidiano alimentar. Fomos servidos de Hot Filadelfia, Salmão empanado, Camarão Flambado, temaki Flambado, Califórnia e Sashimi de salmão. Confesso que os empanados estavam maravilhosos. Nosso filho Guilherme se fartou em comê-los. Elaine também arriscou em comer e experimentar outros aperitivos. De minha parte, comi um pouco de tudo, e confesso que gostei muito do sashimi de salmão com molho shoyo. No final das contas, foi muito bom para nós, pois conhecemos mais um pouco da culinária japonesa, que, repetindo, não faz parte do nosso acostumado cardápio.

Mais do que alimentados e completamente saciados, retornamos para o hotel por volta das dez horas da noite, e deixamos o André e a Cris em paz para poderem curtir a noite de Iriri, que estava apenas começando.

Gostaríamos de agradecer muito a todos que nos ajudaram a produzir esta matéria, como o André, Cris, Filipe, Mariana, Vinicius, Michella e a todos os demais que nos atenderam com o maior carinho e dedicação em fazer o melhor da gastronomia em iriri, para que pudéssemos compartilhar esta maravilhosa experiência com vocês.  Tenham certeza que iremos voltar em breve. Até !!!

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